O Piaui e Brasil é um canal aberto e democrático e nós publicamos neste espaço sua mensagem, texto, opinião etc. Somos um meio para divulgação do seu material. Todo conteúdo, imagem e/ou opiniões constantes aqui é de responsabilidade civil e penal exclusiva do autor. O material aqui divulgado não mantém qualquer relação com a opinião editorial da empresa.
Nosso endereço eletrônico para você enviar seu texto é franciscosousalima@gmail.com Escreva e nós publicamos.
Um dos Grandes dilemas da sociedade moderna, é liberar o consumo de drogas, Sim ou Não ?
O governo acredita que deve aprisionar usuários, pois esses são os ditos financiadores do crime. Uma parte da sociedade acredita que a violência seria apenas conseqüência da maneira como o governo atua, já que se as drogas fossem liberadas não haveriam traficantes, sendo assim a violência iria diminuir.
A Lei 11.343 de 23 de agosto de 2006, que aborda a questão das drogas, é motivo de controvérsia da sociedade. Em 1976 foi publicada a primeira Lei que regulamentou o uso e o tráfico de drogas no Brasil. Antes da criação desta lei, os juristas brasileiros utilizavam-se do artigo 281 do código penal.
Neste período não havia diferença entre usuário e traficante.

A legislação atual no seu Art. 28 reza que três serão as novas penas impostas ao usuário; advertência sobre os efeitos das drogas, prestação de serviços à comunidade e medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo. Caso o infrator acate a transação penal, ou seja, compareça ao local indicado pelo Juiz, para se tratar ou prestar serviço à comunidade, ocorre à suspensão condicional do processo.
Para o Jornalista Artur Ferreira a nova Lei é um avanço em termos de saúde pública e também na área do direito penal. “O usuário de drogas é vítima. Tem que ser tratado por médicos especialistas. Não tem que ir para cadeia. Agora o traficante, esse sim, merece ser tratado com todo o rigor pela Lei”, comenta.
Mas há pessoas como há estudante Tatiana Rocha que é totalmente contra esse beneficio concedido ao usuário. “A pessoa drogada representa um grande perigo à sociedade. Por causa da dependência, eles, comentem furtos, assaltos e até homicídios. Fazem tudo isso para arrumar dinheiro para fazer o uso. Não há limites para eles”, adverte.
Cocaína, Maconha, Crack, Exctase, Cola de Sapateiro são as mais conhecidas – extremamente viciantes, fazem muito mal para há saúde e são todas proibidas, mas existem as drogas legalizadas – Anti-Depressivos, Calmantes, Cigarro, Bebidas Alcoólicas, que tem efeitos quase iguais e são legalizadas, talvez porque as pessoas ao invés de procurar a droga em favelas, biqueiras, bocas de fumo, procuram na farmácia, adega, padaria que dão muito mais lucro por serem empresas ligadas ao governo ? Ou eles realmente se preocupam com o nosso bem estar?

Mas as drogas podem ser usadas de diversas formas, a coca, por exemplo, é uma planta de alto poder nutritivo e a farinha (não é o pó =B) feita com suas folhas poderia ajudar na alimentação de milhões de latino americanos. A quantidade do alcalóide existente na planta in natura chega a ser benéfica ao ser humano.
Sobre a maconha já existem várias pesquisas que comprovam seu poder medicinal, e haveriam muito mais se não houvessem as restrições impostas pelo fato dela ser proibida. Como adubo verde a maconha ajuda a recuperar solos para uma melhor colheita de feijão, milho, etc. Suas sementes possuem todos os aminoácidos que um ser humano precisa. Esmagadas, as sementes produzem um óleo que seria ótimo também para a produção de biodiesel. Se o dinheiro usado na repressão às drogas fosse todo para a saúde, certamente seria muito melhor aplicado.

A legalização do uso de drogas é um tema difícil. Não é para qualquer um ter coragem de externar sua opinião, mas o fato é que a proibição é que fortalece as "bocas de fumo", encarece o produto e fomenta a indústria e o contrabando de armas. Se legalizada, os traficantes teriam que, num primeiro momento, jogar suas armas no lixo,e, depois, sem capacidade econômica não voltaria a se armar. A questão religiosa também é muito importante e uma das maiores barreiras para a liberação – Como exemplo é a luta do Senador Nelson Carneiro para legalizar o Divórcio no Brasil.
A alegação da Igreja era de que tal medida acabaria com a família, e ele sempre dizia que haveria uma enxurrada de pedidos na justiça somente num primeiro momento, por causa da demanda reprimida. A grande preocupação do Senador era com a situação das crianças adulterinas, que não podiam ser registradas no nome dos genitores com estado civil irregular. O tempo demonstrou que o Senador estava correto. A familia não acabou. Assim como as drogas. Provavelmente só se drogará quem quiser, afinal de contas o consumo existe e sempre existira legalizado ou não.
Fonte: Vi O Mundo fonte2 vooz.com.br
Peru aprova uso da folha de coca
Coca Contra a Fome
Por Danilo Drinks Bar